Thursday, September 3, 2015

FILME: The Dark Knight (Batman: O Cavaleiro das Trevas) - especial Batman na Tela: edição 22

"And here we... GO!" Preparem-se para embarcarem em uma das melhores e mais eletrizantes sequências de um filme que já viram. Em 2005, Batman Begins conseguiu um ótimo resultado, fazendo com que a franquia de filmes do Batman renascesse das cinzas. Christopher Nolan então foi colher os merecidos louros de sua empreitada com o morcego e realizou seu genial The Prestige (O Grande Truque), onde Alfred, Batman e o Wolverine realizavam truques de mágica. Eu ainda vou falar de outros filmes do Nolan aqui no blog, um dos diretores mais recentes que eu tenho imenso respeito. Enfim, após The Prestige, Nolan decidiu que era hora de retornar ao universo de Batman novamente para mais um filme. Com Batman já devidamente recuperado do baque dos anos 90 e re-estabelecido no imaginário popular, o diretor decidiu ser ousado. Aliás, muito ousado. O estúdio deu carta branca à Nolan. Era tudo que ele precisava para nos entregar, aquilo que gosto de chamar de o melhor filme do Batman em live action já realizado na história!



Não só isso! O filme se tornou uma verdadeira milestone dos filmes de histórias em quadrinhos. Foi realmente uma produção que marcou época de forma indelével na história e moldou novamente os padrões para todo um gênero do cinema. Vamos falar um pouco sobre a sua pré-produção.


PRÉ-PRODUÇÃO E CAMPANHA VIRAL


Lembro que na época, estava rolando o seriado Lost na televisão, um dos melhores e mais icônicos seriados que a TV já produziu, quem não viu, recomendo muito ir atrás dele. Este seriado estava brincando com uma ideia na época bastante inusitada: a divulgação viral na Internet. Isso mesmo. Consistia no seguinte: enquanto o seriado passava, sites e notícias na Internet falavam sobre o que acontecia dentro da história do seriado, como se tudo aquilo que estivesse acontecendo na série fosse real. Eu lembro que na série havia o personagem Charlie Pace e sua banda Driveshaft, uma espécie de Oasis menor. Todas as vezes que se acessava a Internet você poderia visitar o site da banda e ver notícias sobre ela, vídeos, entrevistas, etc, como se a tal banda fictícia realmente existisse. Isso te dava uma sensação absurda de imersão na história da série! Eu mesmo cheguei a pensar que a banda era verdadeira na época! Enfim, havia esse modelo de divulgação novo que estavam experimentando.

Christopher Nolan e os produtores do segundo filme do Batman viram um grande potencial nisso e resolveram também seguir este modelo. Foi a maior e mais abrangente campanha viral que um filme já recebeu! Eu lembro que no comecinho você podia acessar um site chamado I Believe in Harvey Dent e lá você via uma foto de campanha do personagem.

Logo depois surgia o site I Believe in Harvey Dent Too, que era um site de chacota, ridicularizando a campanha do promotor de justiça de Gotham. Era a foto da campanha toda pichada com um sorriso. Havia também um conteúdo secreto em outro site. Você marcava o texto com o mouse e aparecia a página pichada com HAHAHAs, no meio deles havia algo que nos levava para a primeira foto de Heath Ledger como o Coringa.

Foi um alvoroço! Todo mundo estava comentando! Muitos não gostaram do que viram. Aquela maquiagem do Coringa feita às pressas com sombra, pó branco e batom, as pessoas ficaram de olho atravessado com aquilo por algum tempo, mas não demorou muito para que fôssemos sugados por aquela imagem bizonha e conquistados com aquele sujeito, imaginando o quanto que ele poderia ser maluco para se pintar daquele jeito.

Primeiro vislumbre de Heath Ledger como o Coringa

Então mais algumas fotos saíram na internet e nos deixaram mais malucos! Christopher Nolan filmando o Coringa em IMAX, tecnologia que o diretor veio a se profissionalizar com o passar de seus filmes. E então o Coringa ia, cada vez mais conquistando a nossa atenção, roubando o show, aparecendo, até que surge a declaração que na época parecia insana: que o Coringa de Ledger iria ser legendário, e possivelmente até superior ao Coringa de Nicholson. Foi algo que realmente mexeu com a cabeça de muitas pessoas, inclusive com os mais nostálgicos que defendiam a atuação do Nicholson, ninguém realmente acreditava que um ator como o Ledger que nem sequer gozava de semelhança com o palhaço do crime poderia ser um bom vilão insano como foi Nicholson... e acabou sendo!

Agente do caos!
Isto se explica pelo profundo envolvimento que Ledger teve com o personagem. Diziam que ele tomava como base a HQ The Killing Joke e filmes como A Clockwork Orange (o drugue de Malcom McDowell) para compor seu Coringa. Tinha atores, como Gary Oldman que, no meio das gravações dizia que Ledger até mesmo assustava o elenco com sua performance. Em outras palavras, não foi uma atuação, foi uma incorporação do personagem.

Ao ver estas declarações, as pessoas se animaram. De repente, os lugares estavam tomados de pessoas nas ruas vestidas de Coringa! Gotham City e o universo do morcego de repente era trazido para o nosso mundo real! Haviam seguidores do Coringa e seguidores do promotor Harvey Dent, e ambos resolviam quebra-cabeças e participavam de peças publicitárias de campanha para desvendar mais segredos com relação à produção. Nunca na história um universo cinematográfico pareceu tão vivo! Eu vou postar um vídeo aqui para lhes dar uma ideia do quão massiva foi essa campanha viral.



Hoje, nenhum desses endereços na internet existem mais, mas na época foi um verdadeiro alvoroço! Existia um site que tinha um código e se você desvendasse o código, ele te levava para o endereço que tinha o primeiro teaser trailer do filme. Existia outro website da Gazeta de Gotham onde você acompanhava notícias diárias sobre o que acontecia na cidade. Eu lembro de acessar este site e ver que Harvey Dent havia impedido um cidadão de cometer suicídio, dando mais e mais motivos para os cidadãos da cidade se convencerem que ele era um herói e o futuro da cidade. Enquanto isso, o Coringa continuava com suas retaliações.

Enfim, em meio a todos esses eventos online e pelas ruas do mundo, o pessoal do filme dava a chance das pessoas viverem intensamente o universo do Batman de dentro pela primeira vez. Eu praticamente me sentia um habitante de Gotham City abrindo minha internet aqui e vendo todos os dias uma nova notícia ou brincadeira para desvendar mais um segredo das produções! Bom, para resumir, chegamos finalmente na última peça da campanha viral e que fechou a coisa toda com chave de ouro, fazendo com que toda a campanha do filme que durou aproximadamente dois anos fosse um tremendo sucesso: GOTHAM TONIGHT!

Mas antes de falarmos de Gotham Tonight, vamos fazer aqui um adendo sobre um fato muito triste: Faltando uns 5 meses para o filme ser lançado, um dos atores morre durante o fim da campanha viral e do processo de pós-produção do filme. Heath Ledger, que já havia gravado todas as suas partes para The Dark Knight e estava iniciando o processo de entrevistas, estava participando do recente filme de Terry Gilliam, The Imaginarium of Doctor Parnassus (2009), mas se encontrava em um estado deplorável de cansaço e saúde, tendo insônias e crises devido a sua altíssima carga de trabalho. Eis que uma noite, já tendo gravado uns 70% de suas partes no filme de Gilliam, o ator toma uma quantidade maior de pílulas para dormir e morre dormindo. A tristeza bateu em muitas pessoas, inclusive nos fãs do ator, que não pôde ver o lançamento dos dois filmes que participou. Homenagens foram feitas por Nolan e Gilliam e o ator acabou recebendo um Oscar póstumo por sua atuação como o Coringa.

E Oscar merecidíssimo, sem sombra de dúvidas, pois Ledger não só construiu um personagem sensacional que nem sequer precisou de backstory para parecer interessante, mas também foi sensacional na sua atuação. Ele simplesmente desaparece por trás daquela cara branca, assume outros trejeitos, outra personalidade, cria outra voz, cria tiques... ele criou um diário do Coringa para estudar o personagem que ia fazer, e até mesmo fora das câmeras, agia como o Coringa, coisa que fez com que os outros atores ficassem amedrontados de ver ele atuar. Se isso não for material para Oscar, meu amigo, eu não sei mais o que é. Uma verdadeira pena ele não ter ficado para ver o sucesso que fez. Assim como outros atores que morreram de forma semelhante a ele, como Brandon Lee em seu clássico The Crow (O Corvo), Ledger se junta ao hall de lendas que ofereceram sua performance definitiva antes de deixar este mundo.

GOTHAM TONIGHT


Enfim, tragédias a parte, a divulgação do filme parou durante um curto espaço de tempo mas depois voltou. Faltando dois meses para a estreia do filme e com nossos nervos à flor da pele para ver o que Nolan nos preparou (eu lembro que via o trailer do filme toda hora, compulsivamente, minha ansiedade já havia atingido a estratosfera!), estreia Gotham Tonight, a minissérie online de entrevistas e reportagens que daria a deixa para o dia D nos cinemas. O programa era ótimo! Contava com atores do elenco do filme como Anthony Michael Hall fazendo o repórter Mike Engel e atores diversos que compunham a população de Gotham. Após experimentarmos vivenciar Gotham de dentro, veríamos o jornal televisivo que compunha perfis de personagens chave do filme e nos mostrava coisas que estavam acontecendo na cidade, como discussões e debates. Dentre meus episódios favoritos, estavam a entrevista com o mafioso Salvatore Maroni e a entrevista com Harvey Dent. Era muito bacana! Esse programa nos mantinha antenados para o grande dia e colaborava para expandir o universo mais um pouco, coisa que já havia sido feita na animação Batman Gotham Knight. Você pode assistí-lo de graça pelo Youtube, os episódios sempre estão online por lá.



Toda semana havia um novo episódio do programa, isso foi até o dia da estreia. Eu me lembro vivamente de ter terminado de assistir o último episódio de Gotham Tonight, a entrevista com Dent, apenas uma hora e meia antes da minha sessão começar no dia da estreia. As cenas finais do episódio eram a exclusiva de que alguns assaltantes vestindo máscaras de palhaços haviam assaltado o banco de Gotham. Era isso! Havia chegado a grande hora! Corri me arrumar para ir para o filme com meu irmão e minha namorada. Havíamos comprado ingressos antecipados para evitar pegar fila no caixa e fomos direto para a entrada.

Ao final da sessão estávamos em êxtase! Foi uma das experiências mais sensacionais que já havíamos presenciado em nossas vidas! The Dark Knight não é somente superior a Batman Begins, é imensamente superior! E a grande maioria das pessoas ainda reconhece o filme como a melhor e mais envolvente parte da trilogia de Christopher Nolan.

E LÁ VAMOS NÓS!


Na trama, Batman e Gordon decidem levar a caça aos bandidos, que começaram a empreender no filme anterior, para o próximo nível. Batman aos poucos começa a desbaratar diversas operações. Uma das promessas ao final de Batman Begins era que o morcego iria atrás do Espantalho que havia escapado no final de Begins, e é o que ele faz. Ainda contando com a ajuda de Rachel Dawes (reelencada aqui com a atriz Maggie Gyllenhaal) e do novo promotor executivo da cidade, Harvey Dent, Batman consegue deter e prender várias organizações criminosas e fazer a taxa de criminalidade na cidade baixar.

No entanto, há um novo jogador entrando nesse jogo. O Coringa. O vilão, magistralmente interpretado por Ledger, já mostra do que é capaz na cena de abertura do filme em que orquestra um assalto ao Banco de Gotham. Ao longo do filme ele vai articulando suas ações de forma que ele consegue desmoralizar a polícia de Gotham, desmoralizar o próprio Batman, matar um monte de pessoas e instaurar o caos total na cidade. A cada ato do Coringa, um pulo da cadeira, um fôlego que se tem que segurar, uma surpresa nova e inesperada em cada virada, em cada reviravolta, em cada ameaça. O Coringa literalmente incendiou tudo, e, como disse o Alfred, "assistiu o mundo pegar fogo"... e de camarote!

Vamos fazer as contas... a mocinha do longa morre, Rachel, a grande paixão de Bruce e Harvey neste Nolanverse; Harvey é destruído, fisica e psicológicamente e se torna justamente aquilo que combatia. Sua interpretação do vilão Duas-Caras é tudo aquilo que o Tommy Lee Jones poderia ter sido em Batman Forever não tivesse sido a péssima direção de Schumacher: cheio de angústia, raiva, violento, dramático e vingativo. Aaron Eckhart aqui não só entrega a nós um ótimo promotor de justiça, mas também um vilão excelente! Por fim, o Coringa ainda surrupia dois navios e faz um teste com Gotham, colocando cidadãos de bem em um navio e criminosos em outro, ambas as embarcações contendo uma bomba cada com o detonador das bombas em navios opostos. O palhaço só queria ver quem iria apertar o detonador primeiro antes do horário estipulado em que ele mesmo apertaria matando a todos.

Com isso, Batman tem muito trabalho nas mãos, tendo não somente que se mudar para uma suíte no meio da cidade por causa do que aconteceu com sua mansão em Begins como também enfrentar não somente um dos piores bandidos que já enfrentou em sua vida de combatente (exceção a Joel Schumacher, claro) mas ainda pego no meio de uma guerra política e ideológica; e pra completar tem que lidar com a dor da perda da pessoa que mais amava... duas vezes!

E o que faz de The Dark Knight um dos filmes mais interessantes e memoráveis que já foram feitos, não só do Batman, não só baseado em HQs, mas de forma geral, são essas surpresas, essas grandes surpresas em cada virada de esquina, seja a explosão de um hospital, a morte da donzela, a confusão dos heróis que é causada por um único indivíduo desequilibrado, mas que ao mesmo tempo faz muito sentido na sociedade que vivemos, a discussão da "escalação" que foi palpitada por Gordon no fim de Begins e aqui ganha proporções épicas e diversas outras surpresas que encontraremos.

Destaques especiais para trechos memoráveis, como o próprio assalto ao banco no início, que foi todo filmado em IMAX e foi a primeira sequência do filme exibida para uma grande audiência na premiere de um outro filme à época; temos também a ótima sequência do triunvirato, que nos é mostrado em uma ótima sequência de câmera em 360º, sendo formado entre Batman, Gordon e Harvey para combater o crime organizado, e logo após essa, temos a maravilhosa sequência panorâmica do mergulho de Batman nos céus de Tóquio em busca do articulador japonês Lau.

E eu não posso deixar de destacar as sequências do Coringa que sempre são fantásticas: desde o famoso truque do lápis, macabramente hilário e inesperado, tanto que na estreia eu vi todo o cinema cair na gargalhada; as cenas do Coringa contando suas historinhas, pegando a ideia da HQ de Alan Moore, The Killing Joke em que o Coringa aponta a possibilidade de suas histórias sobre seu passado serem uma mentira, destacando aí o grau de insanidade do palhaço; e quem pode se esquecer da sensacional e antológica cena do interrogatório do Coringa frente ao Batman, ideia tirada do filme Heat (Fogo Contra Fogo) com Al Pacino e Robert De Niro, após a sensacional perseguição que o morcego empreendeu em sua moto batizada de Batpod? Eu juro que me quebrou o coração quando eu vi o Tumbler ser destruído, mas quando aquela moto saiu de lá... puts, foi emocionante!

Mas a cena mais icônica e emblemática foi o diálogo final entre o morcego e o palhaço! Nesta cena, o Coringa fica dependurado pelo cabo de Batman e os dois discutem sobre o verdadeiro espírito de Gotham. A câmera do filme então mostra o Coringa de cabeça para baixo, só para em alguns segundos ela virar e, em um toque de gênio, mostrar o Coringa de cabeça para cima, mas com o fundo da cidade de cabeça para baixo! Como se o morcego e o palhaço fossem parte de uma carta de baralho, em que o morcego, que luta pela ordem está de pé, e o Coringa de ponta-cabeça, mas nós vemos exatamente a forma como o Coringa vê o mundo, ou seja, como um caos, de ponta-cabeça! Que sequência GE-NI-AL!

Mas é no final que enfim, após toda a quebradeira do filme, nos sensibilizamos com o ato heroico de Batman, em que, temendo que a população da cidade perca a esperança ao verem o "cavaleiro branco" da cidade, Harvey Dent, virar um criminoso, Batman então decide tomar toda a culpa dos crimes de Dent para si, realizando a máxima que o próprio Harvey Dent proferiu no início do filme: "ou se morre como herói, ou se vive tempo o bastante para ver a si mesmo virar o vilão". E então há a última da coleção de cenas antológicas que fecha com chave de ouro este filme espetacular: Gordon definindo o Cavaleiro das Trevas enquanto vemos o destino da cidade e Batman em sua moto se afastando pelas ruas em direção ao horizonte de concreto.

Confesso a vocês que este foi o único filme de super-heróis de HQs que me fez ficar com os olhos marejados! Não cheguei a chorar não, mas senti um arrepio na minha espinha ao final da projeção após esta experiência monumental! Conforme o passar do tempo no filme, a fotografia vai ficando cada vez mais escura, o filme inicia na total claridade que vemos do prédio em que os bandidos palhaços saem para realizarem o assalto a banco, mas a luz aos poucos vai escurecendo, até nos vermos na total escuridão da noite. E é nessa escuridão que se percebe a verdadeira natureza do vigilante, a qual Gordon filosofa tão bem nos últimos fotogramas:

"Ele é o herói que Gotham merece,
  mas não aquele que ela precisa agora;
 Então o caçaremos...
 Porque ele pode aguentar...
 Ele é um guardião silencioso,
 Um protetor zeloso...
 um CAVALEIRO DAS TREVAS"

Discurso esse que casa perfeitamente com aquilo que Alfred disse que Batman poderia ser:

"Você poderia ser o pária
 Você poderia fazer a escolha que ninguém mais poderia fazer...
 A escolha certa."

Eu aplaudia! Eu aplaudia sem pudor no cinema e aplaudia em minha cabeça! A série de filmes de Christopher Nolan poderia acabar ali mesmo, naquele final que estaria ótimo. E foi o que todos acharam mesmo que iria acontecer, ainda mais se levarmos em conta a morte de Ledger, uma vez que Nolan planejava reaproveitar o Coringa em um possível terceiro filme e disse enfaticamente que não iria de forma alguma deixar outro ator substituir Ledger. Claro que a trilogia de Nolan não poderia ficar sem uma conclusão após este maravilhoso INTERMEZZO. Felizmente, Christopher Nolan teve uma ideia muito boa para nos dar mais um filme e iremos discutir sobre isso em breve, na edição 30.

Por enquanto eu vou ficando por aqui e recomendando a qualquer pessoa que não foi assistir esta obra-prima: "POR QUE ESTÁ TÃO SÉRIO? Vamos colocar um sorriso na sua cara!" Vá imediatamente atrás de The Dark Knight, o filme que, como o próprio Coringa disse, "mudou as coisas... para sempre... sem volta"! E que fez muitos fãs ávidos do morcego agradecerem Christopher Nolan para o resto de suas vidas. Semana que vem falaremos sobre mais um longa animado muito bom que junta o Batman e o Superman, e em duas semanas eu começo a falar sobre a premiada série Batman: Arkham nos videogames. Até lá!!




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The Dark Knight (2008)
Título em português BR: Batman: O Cavaleiro das Trevas
Nota: 10 / 10

Direção: Christopher Nolan
Produção: Kevin De La Noy, Jordan Goldberg, Philip Lee, Benjamin Melniker, Christopher Nolan, Lorne Orleans, Charles Roven, Emma Thomas, Thomas Tull, Michael Uslan
Roteiro: Christopher Nolan, Jonathan Nolan, David S. Goyer (baseada nas HQs e personagens criados por Bob Kane, Bill Finger, Jerry Robinson, Jeph Loeb, Tim Sale, Frank Miller, Alan Moore, Brian Azzarello)
Trilha sonora: James Newton Howard, Hans Zimmer

Estrelando: Christian Bale, Michael Caine, Gary Oldman, Cillian Murphy, Morgan Freeman, Colin McFarlane, Heath Ledger, Aaron Eckhart, Maggie Gyllenhaal, Monique Gabriela Curnen, Ron Dean, Chin Han, Nestor Carbonell, Eric Roberts, Ritchie Coster, Anthony Michael Hall, Keith Szarabajka, Joshua Harto, Melinda McGraw, Nathan Gamble, Michael Jai White, William Fichtner

Outros filmes desta cinessérie:
- The Dark Knight Rises (Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge) (2012)
- The Dark Knight (Batman: O Cavaleiro das Trevas) (2008)
Batman Begins (Batman Begins) (2005)

Título relacionado:
Batman: Gotham Knight (Batman: O Cavaleiro de Gotham) (2008)

Trailer:


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