Nota: 10 / 10
Hora da nostalgia. Pessoalmente, como leitor de HQs desde meus tempos de moleque, eu sempre enxerguei os quadrinhos como a última e verdadeira forma de escapismo. O estilo exagerado da mídia e as histórias que sempre se baseavam em elementos da literatura pulp fiction em seu início, e, de repente, começando a ganhar os contornos da ficção-científica, saturavam a nossa cabeça com situações das mais variadas.
No entanto, ao adentrar os anos 80, a mídia começou a ganhar um tratamento muito mais sério do que jamais havia ganhado antes. E nos anos 90, esse tratamento mais sério frutificou no fato de as HQs ganharem um tom mais cru e realista que nem mesmo na era dourada das HQs poderíamos achar algo para servir de comparação. Foi então que em 1996, um cara chamado Jeph Loeb resolveu ousar de verdade.




















